Leptina, o hormônio do emagrecimento

Você sabia que a ciência descobriu um hormônio que tem a capacidade de controlar 100% a habilidade do seu corpo de acelerar o seu metabolismo? E ele se chama leptina, o hormônio do emagrecimento!

leptina - hormônio do emagrecimento

Parece mentira né? Mas pode ficar tranquilo que vou te explicar tudinho. Para que a leitura seja agradável, vou tentar escrever de uma maneira simples e exemplificada. Espero que você goste e que esse conteúdo te ajude de alguma maneira. Vamos começar então!

Neste post, você aprenderá:

OBESIDADE A NÍVEL MUNDIAL

leptina e obesidade

A incidência da obesidade vem aumentando em números absurdos desde o último século e, com ela uma série de doenças tem se mostrado mais comum e em maior potencial, como diabetes, pressão alta, doenças cardiovasculares e até mesmo o câncer.

Um dos motivos da crescente obesidade é a facilidade no acesso a comida, a grande fartura que hoje nos é oferecido e o estilo de vida da população de todo o mundo, que a largos passos caminha cada vez mais para uma população de pessoas acima do peso.  Para você ter noção, um estudo feito pelo Instituto de Métrica e Avaliação para a Saúde (IHME) da Universidade de Washington e publicado pela revista científica “The Lancet”, mostrou que cerca de 30% da população mundial está obesa ou acima do peso, representando cerca de 2,1 bilhões pessoas do mundo inteiro.

Como a obtenção dos alimentos vem se tornando cada vez mais fácil com a industrialização desenfreada e com a produção de alimentos em massa, grande parte da população acaba se perdendo em tantas opções e variedades de comida.  E esse é um dos grandes motivos do aumento de peso, a falta de informação.

Como a indústria de alimentos visa cada vez mais o lucro ao invés da saúde de seus clientes, informar as pessoas sobre os malefícios de seus produtos não é uma opção, muito menos uma prioridade. Com isso, as pessoas passam a comer alimentos que os tornam cada vez mais obesos e doentes, pois em grande parte, elas não sabem o mal que os alimentos industrializados e processados estão fazendo a sua saúde.

DESCONTROLE HORMONAL

A má alimentação a longo prazo pode desencadear uma série de problemas no nosso organismo, que pode nos deixar obesos e consequentemente doentes. A ingestão de alimentos processados, que são ricos em gorduras vegetais, conservantes, corantes, gorduras trans. e etc em grande quantidade acaba deixando os nossos órgãos mais sensíveis a absorção de substancias toxicas.

Ao passar do tempo essa grande quantidade de toxinas vão se alocando nas células do nosso organismo, fazendo com que elas passem a desempenhar suas funções de maneira defasada, levando a um desempenho ruim dos nossos órgãos e glândulas, que são responsáveis por grande parte da nossa produção hormonal, os quais desempenham diversas funções e reações que ocorrem no nosso corpo, como por exemplo, fazer a gente sentir fome, armazenar energia sobressalente na forma de gordura, utilizar a gordura estocada como fonte de energia entre uma imensidão de funções.

Como foi visto uma grande necessidade de saber mais a fundo sobre os hormônios e quais eram os papeis que eles desempenhavam sobre o funcionamento do nosso corpo, aumentou drasticamente o número pesquisas e estudos sobre como eles funcionavam e quais eram os fatores que influenciam a produção, a recepção e a sensibilidade destes no nosso organismo.

LEPTINA – FUNÇÃO

descoberta da leptina

Ao meio de tantas pesquisas e estudos que levaram à conclusão de que os hormônios e outras diversas substâncias influenciam a fome, a saciedade, a recepção de energia, como o nosso organismo processa a energia e tantas outras funções que determinam o emagrecimento.

Hormônio peptídico (apresenta proteína em sua estrutura) foi apontado como potencial responsável por diversas funções sobre esses fatores, tendo relação com a regulação da energia em estoque (gordura localizada) e como esta seria processada.

Esse hormônio peptídico foi denominado leptina e foi descoberto por Jeffrey Friedman e seu grupo de pesquisa, da Rockefeller University em 1994. Eles começaram a descobrir os efeitos e funções desse hormônio em pesquisas que se iniciaram em camundongos que apresentavam uma síndrome de obesidade grave da parte genética dos pais que havia se manifestado com o aumento do apetite (fome) e a diminuição do gasto calórico denominada ob/ob. Apesar de diversos outros pesquisadores focarem nessa síndrome de obesidade, foi o grupo Friedman que conseguiu identificar a mutação gênica hereditária responsável.

Esse grupo de pesquisa constatou que esse gene era predominantemente ativo nos adipócitos (células de gordura) e dava origem a uma proteína que não era transformada na forma funcional (função no organismo) nos camundongos que tinham essa mutação ob, aparentemente, a síndrome da obesidade era causada pela ausência dessa substância. Ou seja, a leptina é produzida nas células de gordura.

Foi então que denominaram o nome dessa proteína de leptina, (do radical grego leptos, “magro”) e logo mostraram que a reposição da mesma nesses camundongos com deficiência de hormônio (mutação génica) através de injeções diárias diminuía o peso dos camundongos afetados, pois havia redução do apetite e aumento no gasto energético (energia da gordura localizada). Sendo assim, os primeiros indícios da função da leptina, seria o aumento da saciedade e o aumento do gasto calórico, o que chamou muito a atenção dos pesquisadores, já que, como vimos nos primeiros tópicos a obesidade tem crescido assustadoramente.

Rapidamente outros pesquisadores aplicaram a descoberta, constando através de uma mutação similar de perda de função no gene na leptina humana, com pessoas que apresentavam um caso extremamente raro de obesidade grave de início precoce.

A aplicação nessas pessoas, ajudou-as no emagrecimento, exatamente como tinha acontecido nos camundongos, confirmando o estudo do grupo de pesquisa do Ph.D. Jeffrey Michael Friedman.

Com esses experimentos e pesquisas eles demonstraram também, pela primeira vez, em um sistema fisiológico humano, que as adipócitos (célula de gordura) produzem um sinal hormonal que identifica o estado de armazenamento de energia, onde quanto mais gordura uma célula de gordura tiver, mais leptina será produzida, ao qual o cérebro responde com alteração no apetite e no gasto calórico.

Explica-se também a maneira como funciona esse mecanismo. Quando o sinal que mostra a quantidade de energia (gordura) armazenada está muito baixa, seja por mutação genética de impedir a produção das proteínas de leptina ou pelo fato de o corpo estar com baixas concentrações de gordura, o cérebro entende que o corpo está com fome e se comporta como tal, fazendo com que a gente fique com fome.

Com tal descoberta, abriu-se portas para estudos com toda uma nova visão sobre sinalização e resposta das células. O cérebro que é um dos mandantes sobre a secreção (“produção”) de leptina pelas células de gordura na corrente sanguínea. Pesquisadores de nome, como por exemplo, Jeffrey S. Flier e sua esposa Eleftheria Maratos Flier (pesquisadores importantes na área da endocrinologia atual) começaram a entender melhor os circuitos neurais (“recepção e resposta do cérebro”) e tipos celulares que o hormônio do emagrecimento age. Ao qual, grande parte destes se encontram no hipotálamo (região do cérebro diretamente ligada com a sinalização de substâncias que promovem o emagrecimento.

FATORES QUE AFETAM E SÃO AFETADOS PELA LEPTINA

leptina e seus fatores

Numa estrutura do cérebro (hipotálamo – núcleo arqueado), anteriormente chamada de centro da saciedade, a leptina afeta duas partes vizinhas de neurônios que controlam a fome de maneiras diferentes. Onde um desses conjuntos de células neurais produz uma substância (alfa-MSH), que diminuí a fome e consequentemente o peso corporal.  O outro conjunto é constituído por duas partes, neuropeptídios (NPY) e AgRP, e ambos estimulam a fome e promovem o aumento de peso.

A interação da leptina com outras substâncias dessa região do cérebro é bem sútil, porém apresenta relação com o emagrecimento. De maneira mais simples e resumida, os neurônios que produzem o alfa-MSH se ligam a outros neurônios de outras regiões do hipotálamo, que possuem uma proteína (Melanocortina4 – MC4R), cuja produção reduz o apetite e leva ao emagrecimento.

Já o estimulante da fome (AgRP), é um adversário dessa proteína (MC4R), tenta impedir que o emagrecimento aconteça. Para que isso não ocorra a leptina age para ativar a MC4R, e estimula estes diretamente, através dos neurônios MSH impedindo que esse adversário atrapalhe.

Para que você entenda melhor pense assim. Além da leptina sozinha apresentar características que diminuem a fome e aumento o gasto calórico, ela também influência na produção de outras substâncias (citadas acima) que também favorecem o gasto calórico e diminuem o apetite.

Ela também afeta outra parte do cérebro (hipotálamo lateral – considerado centro da alimentação) que produz uma proteína (MCH) que em concentrações elevadas promove a fome e a obesidade, o bom é que esse hormônio impede parte da produção dessa proteína. Reforçando assim, a teoria de que a leptina tem como função regular as substâncias no cérebro que controlam o apetite e o balanço energético (gordura localizada).

RESISTÊNCIA A LEPTINA

resistencia a leptina

Como estudos comprovam a relação direta do hormônio do emagrecimento com a diminuição do apetite e o uso das reservas energéticas (gordura do corpo), chegaríamos em um impasse devido ao seguinte fato. Experimentos demonstraram que pessoas obesas possuem maior teor de leptina do que as pessoas magras, o que é contra intuitivo, se ela supostamente causa a diminuição da fome e aumento do gasto calórico. Mas a questão é que foi fácil chegar a conclusão de que a maioria dos pacientes obesos pode ter resistência a leptina, por algum motivo, o sinal do mesmo sobre avisar que os estoques de gorduras estão cheios não está sendo detectado por alguma parte da via de regulação energética.

Com isso, quanto mais gordura a pessoa tem, mais leptina é produzida, a questão é que essa grande quantidade, por ficar enviando o sinal para o cérebro de que há muita energia armazenada nas células de gordura, atrapalha o cérebro a entender o que realmente está acontecendo, fazendo com que ele não dê a resposta correta para o organismo, para que o nosso corpo pare de pedir comida e passe a utilizar a energia das células de gordura.

Então como essa relação da recepção do sinal e resposta do cérebro está defasada, isso se torna um ciclo, onde que quanto mais células de gordura você tiver (muita leptina), mais o seu corpo se desregula e passa a não entender que você não precisa mais fornecer alimento.

Conjunto com isso, vem o fato de que tentativas de aplicarem leptina terapeuticamente produzirem baixas respostas em pacientes obesos típicos que não apresentam mutações génicas específicas, como a citada anteriormente, onde explica os casos graves de obesidade onde a pessoa não produz o hormônio que queima de gordura de maneira correta.

Com base em estudos moleculares, sobre a resistência a leptina, foi mostrado duas proteínas que estão fortemente ligadas como contribuintes à resistência da mesma, por terem ação no cérebro.

Uma delas é a SOCS3, produzida por neurônios, que normalmente respondem à leptina, esta pode bloquear a capacidade da leptina de enviar os sinais ás células. A outra proteína é chamada de PTP1B, e elimina a sinalização dentro das células, ou seja, uma delas impede que o hormônio do emagrecimento mande o sinal, enquanto a outra “destrói” o sinal já enviado dentro da célula.

Experimentos realizados em camundongos com a redução dessas duas proteínas demonstrou que a resistência a leptina voltava a aumentar e os tornava mais resistentes a obesidade. Qual a função exata dessas proteínas na resistência a leptina ainda não se sabe, porém, com base nesses experimentos animais, é possível supor que essas substâncias sensíveis ao hormônio se moldam a sinalização do mesmo a fim de que as células não sejam esmagadas por ela.

Com isso, toda essa gordura produz muita leptina, que consequentemente fica enviando muitos sinais e estímulos para o cérebro, ai devido a essa grande quantidade de sinais e informações enviadas e por outros fatores desconhecidos pela ciência, o nosso cérebro não consegue reconhecer realmente o que deve fazer, e por isso, o nosso corpo passa a não reconhecer o sinal de saciedade e que é pra aumentar o gasto das nossas reservas de gordura.

Em pessoas obesas, uma concentração muito alta de leptina poderia, portanto, fazer com que essas proteínas (inibidoras) começassem a aumentar muito a sua concentração também para proteger as células, dando início a um ciclo de resistência a leptina conforme o sinal for sendo enviado, onde esse tipo de defesa do organismo poderia ajudar a agravar a obesidade. (Nosso organismo é muito doido né? A leptina é produzida pelas células de gordura e por isso, quanto mais gordura você tem, mais hormônio que queima gordura você produz, e mais sinais ela envia ao cérebro, é como se ele fosse uma maritaca chata que não para de falar, e o cérebro simplesmente coloca duas rolhas no seu ouvido, pois não aguenta mais tanto barulho. Faz sentido agora não é mesmo?

Fora isso, variações genéticas na regulação da gordura podem apresentar um papel parecido no desequilíbrio desse mecanismo do corpo. Onde de fato acredita-se que variações gênicas influenciam o peso corporal por algo que seja ainda desconhecido, e agrave os mecanismos de propensão a obesidade.

LEPTINA E SACIEDADE

leptina função

Como já dito anteriormente existem inúmeras substâncias e hormônios que circulam na nossa corrente sanguínea que desencadeiam reações e transformações necessárias para manter o funcionamento normal do nosso organismo e, o grande responsável por receber e processar os sinais do nosso corpo é o cérebro, ou seja, ele regula o peso corporal integrando as informações sobre nossas necessidades energéticas e como está o estoque de energia (gordura corporal), como resposta, inicia mudanças de comportamento e do processamento de energia. Com áreas específicas do cérebro, é estimulado sensações de fome ou saciedade para que mais energia, na forma de alimento seja assimilada ou que uma refeição possa ser encerrada.

Com o passar do tempo, o nosso cérebro pode diminuir ou aumentar o uso geral de energia do corpo e, redistribuir o sistema de energia, para que o nosso corpo se mantenha mais produtivo e não gaste energia em funções desnecessárias, como por exemplo, o sistema reprodutivo, que não é essencial a nossa sobrevivência a um curto prazo.

Como você viu anteriormente o cérebro é o centro de comando do nosso organismo. Em regiões do cérebro, é visto indicadores de energia e a situação alimentar, que agem sobre parte dos neurônios relacionados a fome ou à saciedade. Cada substância estimula ou desestimula as respostas dos neurônios.

Quando essas células do cérebro são estimuladas, liberam hormônios e proteínas que induzem a fome ou à saciedade. A leptina e a insulina (hormônios) atuam sobre dois tipos de células diferentes, que simultaneamente diminuem a fome e aumentam a sensação de saciedade (é o que ocorre durante a alimentação).

Fora a leptina que informa a situação energética das células adiposas (células de gordura) as próprias células de gordura liberam outros hormônios conhecidos como adipocinas, para ajudar na manutenção da gordura corporal, pois influenciam diretamente sobre à insulina (hormônio), que é responsável por regular o quanto de glicose (energia livre) as células reconhecem e utilizam como combustível.

LEPTINA ALTA NAS MULHERES

leptina alta

Com a leptina alta, o metabolismo acelera e a saciedade aumenta, com baixos níveis de leptina, o metabolismo desacelera e a saciedade diminui. Isso acontece com homens e mulheres. O ponto chave é a sensibilidade do nosso organismo a esse hormônio. Que pode ser regulado através da alimentação, exercícios e um estilo de vida correto.

Estudos sobre o funcionamento da leptina no organismo e qual a sua proporção em homens e mulheres apontou que as mulheres apresentam 3 vezes mais leptina do que os homens e que as mulheres são de 2 a 3 vezes menos sensíveis ao hormônio. Isso ocorre porque o efeito da leptina é de 2 a 3 vezes maiores na gordura subcutânea (gordura que se deposita em baixo da pele, em maior parte nas nádegas, culote e pernas – gera celulite) do que na gordura visceral (gordura que se acumula nas camadas mais profundas do abdômen e em volta dos órgãos – mais perigosa) e como a gordura se acumula nas mulheres de 2 a 3 vezes mais subcutânea do que visceral, se explica porque elas são menos sensíveis a leptina do que os homens. Além da influência da diferença hormonal entre os sexos, onde a testosterona (hormônio predominante nos homens) tem uma correlação negativa com a leptina.

Como visto anteriormente, a leptina alta atrapalha a relação de envio do sinal e recepção/resposta do cérebro, a questão é que apesar das mulheres apresentarem alta concentração, essa quantia não está em excesso em mulheres de peso normal, ou seja, isso significa que as mulheres têm um potencial de emagrecimento muito grande apesar de serem menos sensíveis ao efeito da leptina.

Uma questão importante a ser considera sobre o efeito da leptina não apenas nas mulheres, mas também nos homens é a importância dos exercícios para a regulação hormonal de uma maneira geral, que consequentemente irá ajudar na regulação da leptina.

Diversos estudos científicos apontam que a prática de exercícios físicos melhora a sensibilidade à ação hormonal de uma maneira geral. Para melhorar ainda mais essas estatísticas, novos estudos apontam que exercícios físicos de média e alta intensidade apresentam ótimos resultados sobre a regulação hormonal de todo o nosso sistema hormonal, incluindo a leptina. Levando a conclusão de que as mulheres apesar de terem maior quantidade desse hormônio e menos sensibilidade a leptina, ainda possuem grandes portas para o emagrecimento normal do organismo.

3 SUGESTÕES SIMPLES PARA REGULAR A LEPTINA

1º – A primeira coisa é diminuir ou zerar o consumo de alimentos que estão intoxicando o seu organismo (alimentos industrializados que apresentam excesso de açúcar, óleos vegetais (soja, milho e canola), corantes, estabilizantes, aromatizantes e etc.) que como você viu no começo do texto é um dos grandes fatores que estão te engordando.

2º – Consumir fibras vegetais de qualidade, que são encontradas na maioria dos legumes, vegetais, hortaliças e sementes (linhaça, chia, gergelim), pois as fibras promovem a purificação do intestino que é responsável por cerca de quase 80% do nosso potencial imunológico, além de aumentarem o bolo alimentar.

3º – Praticar exercícios de média a alta intensidade, pois como foi citado no artigo com pouco tempo de exercício se consegue ótimos resultados no controle hormonal.

Enfim, espero que esse conteúdo e sugestões te ajude no seu processo de emagrecimento. Saber como a leptina funciona e como controla-la irá te ajudar imensamente nesse processo, entretanto, não pense que apenas isso irá mudar o seu peso e a sua saúde da água para o vinho. Isso é apenas um pedaço do tipo de informação e conhecimento que você precisa saber para emagrecer saudavelmente e deixar o seu corpo uma verdadeira máquina de emagrecimento e 100% saudável.

Caso você queira, mudar sua vida completamente, eu fiz uma apresentação com algumas sugestões que realmente podem mudar a sua vida por completo. Gostou deste conteúdo? Então conheça essa apresentação que eu fiz pra você. Eu revelo nessa apresentação alguns dos segredos que pode fazer você conquistar o corpo que você jamais sonhou ser possível!

Grande Abraço

jejum-intermitente-passo-a-passo

FONTES DE CONSULTA:

http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2014/05/mundo-tem-21-bilhoes-de-pessoas-obesas-ou-com-sobrepeso-diz-estudo.html

 http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/o_que_provoca_a_obesidade.html